Preço por assento: a conta que ninguém faz antes de assinar

Existe um detalhe no preço de software que só aparece quando a equipe cresce: a maioria das plataformas cobra por usuário. Parece barato no começo — R$ 89 por pessoa é menos que um almoço. Com 100 pessoas, são R$ 8.900 por mês. Todo mês. E cada contratação nova entra na fatura junto com o crachá.

Fizemos a conta com os preços públicos de setembro de 2026, em uma empresa modelo de 100 pessoas que usa o que toda empresa usa: CRM, tarefas, chat, e-mail corporativo, videochamada, quadro colaborativo, BI, assinatura digital, base de conhecimento e automação de marketing. Somando as assinaturas separadas, com o número realista de licenças de cada uma: R$ 43.200 por mês — R$ 518.400 por ano.

O Bitrix24 cobra pelo outro modelo: por empresa. O plano Professional custa R$ 1.119 por mês no ciclo anual, com até 100 usuários dentro. A conta é a mesma no primeiro e no centésimo usuário — contratar gente deixa de ter custo de software.

A objeção óbvia: "mas cada ferramenta especializada é melhor no que faz". Às vezes, sim. A pergunta é se a diferença vale 38 vezes o preço — e se ela sobrevive ao custo invisível da fragmentação: o lead que entra no WhatsApp de um vendedor e não vira registro, o projeto que vive numa planilha sem dono, a decisão tomada num chat que ninguém acha depois.

A economia do cenário modelado dá R$ 347.652 por ano depois de pagar o Bitrix24. Não é promessa de vendedor: é aritmética com preço de tabela, e o simulador do nosso site faz essa conta com os números da sua operação — quantas pessoas, quais ferramentas, quanto você paga hoje.